OPERAÇÃO DIGITAL · E-COMMERCE & MARKETPLACE
C1
Da prateleira ao anúncio: uma operação inteira, uma camada por vez.
O cliente — operação de autopeças vendendo em marketplaces com múltiplas contas de ERP — tinha o retrato clássico: base de produtos suja, preço decidido no achismo, estoque físico descolado do sistema e dado espalhado entre ERP, planilha e tela de portal. Não entramos com um sistema monolítico: entramos por onde doía mais e fomos empilhando camadas sobre a mesma fundação de integração — revisão do processo, saneamento da base com apoio de IA, catálogo digital com pedido integrado, gestão de anúncios com margem e DRE por item, inventário com etiqueta e coletor, e um WMS multi-conta pra fechar recebimento, estoque e separação.
- Driver de negócio
- Operação multicanal crescendo mais rápido que o controle: base de produtos inconsistente, precificação sem visão de margem real, estoque físico e sistema contando histórias diferentes, e horas diárias de gente copiando dado entre ERP, planilha e portal de marketplace.
- Enablers usados
- Integração ERP/marketplace sem duplicar dado (E2), robôs pra dado que só existia em tela (E3), saneamento e enriquecimento de catálogo com apoio de IA sobre a base real (E1), automações padronizadas por fluxo (E4) e orquestração com verificação antes de escrever no ERP (E5).
- Indicador de Valor
- Horas de trabalho manual eliminadas por semana · divergência entre estoque físico e sistema · margem visível por anúncio (DRE por item).
- Referência de mercado
- Automação de entrada de dados derruba o erro de 1–4% dos campos para <0,1% e o custo de processamento em 70–80%²; RPA escalado tem payback médio inferior a 12 meses e reduz ~35% do custo de processo³.
- Benefícios Alcançados
- Base saneada antes de automatizar — arrumar o dado veio antes de acelerar o erro.
- Margem por anúncio visível — preço deixou de ser palpite e virou decisão com DRE.
- Estoque com inventário, etiqueta e coletor — o físico e o sistema contam a mesma história.
- Operação padronizada — recebimento, separação e expedição com fluxo explícito, não tribal.
Condição de sustentação — o ERP continua sendo a fonte da verdade, e as integrações são monitoradas — não operam na fé. Automação sobre base suja só acelera o erro; por isso o saneamento é etapa, não opcional.
MANUFATURA · PLANEJAMENTO E OTIMIZAÇÃO DE PRODUÇÃO
C2
O plano de produção saiu da planilha e virou cenário comparável.
Planejamento industrial na prática costuma ser uma planilha que uma pessoa experiente monta — e que ninguém consegue conferir nem comparar. Construímos um sistema de planejamento e otimização de produção completo: cadastros de recursos, produtos e roteiros, demandas, motor de otimização com algoritmo genético e simulated annealing, Gantt, explosão de materiais, dashboard de aderência (BTS) e cenários what-if lado a lado. O plano deixou de ser artefato pessoal e virou processo com critério explícito.
- Driver de negócio
- Sequenciamento de produção montado por experiência individual, sem como comparar alternativas. Trocar a ordem de produção pra atender um pedido urgente era decisão às cegas: ninguém sabia o custo real da mudança até o fim do mês.
- Enablers usados
- Motor de otimização (E7) sobre cadastros, roteiros e demandas reais — gera o plano, sequencia por critério explícito e permite recalcular quando a demanda muda, com o custo de cada alternativa visível antes de decidir.
- Indicador de Valor
- Aderência ao plano (BTS) · tempo pra gerar e comparar um cenário novo · lead time e ocupação de recursos por cenário.
- Referência de mercado
- Sistemas de planejamento avançado (APS) registram tipicamente −20% de lead time, −15% de custo de estoque e ganhos de 20–30% de eficiência nos ciclos de produção⁷.
- Benefícios Alcançados
- Cenários what-if lado a lado — o custo de cada decisão aparece antes dela ser tomada.
- Sequenciamento por critério explícito, não por memória de quem planeja.
- Gantt, VSM e BTS no mesmo lugar — planejamento e acompanhamento param de viver em arquivos separados.
- O conhecimento de planejamento fica na empresa — o critério está no sistema, auditável.
Condição de sustentação — otimização sobre cadastro desatualizado é precisão em cima de ficção. Roteiros, tempos e capacidades precisam de dono e rotina de revisão — senão o plano ótimo é ótimo pra uma fábrica que não existe mais.
Demonstração técnica completa e navegável»cenários reais comparados ao vivo»Estudo de caso · demonstração sob agenda
FIELD SERVICE · ROTA INTELIGENTE PARA OPERAÇÃO DE CAMPO
C3
A rota não é decidida na planilha. É recalculada a cada mudança do dia.
O cliente é uma empresa de auditoria de engenharia que atua no fornecimento de água — técnicos em campo, agenda cheia, prioridades que mudam durante o dia: vazamento urgente, janela de acesso que fecha, cliente que remarca. A rota era montada de forma manual ou com heurística fixa, sem considerar prioridade, habilidade do técnico e janela de tempo ao mesmo tempo. Construímos um sistema de otimização de last mile que pesa essas variáveis juntas — e reage quando o dia muda, em vez de travar no plano da manhã.
- Driver de negócio
- Roteirização manual ou por heurística fixa. Mais km rodado, menos atendimento por dia, SLA sob risco toda vez que o dia mudava — e o dia sempre muda.
- Enablers usados
- Otimização de rota multi-restrição (E7) — prioridade, competência do técnico, janela de tempo — com orquestração que reage a evento em campo (E5) e recalcula durante o dia, não só no planejamento da manhã.
- Indicador de Valor
- Km rodado por atendimento · atendimentos concluídos por técnico/dia · % de SLA cumprido.
- Referência de mercado
- Roteirização otimizada entrega tipicamente 15–30% menos km rodado e 15–25% menos combustível em frotas de campo⁷ — e combustível responde por ~40% do custo total de operação de frota.
- Benefícios Alcançados
- Menos km rodado por atendimento — menos combustível, menos desgaste de frota.
- Mais atendimentos por técnico/dia — mesma equipe, mais capacidade.
- SLA mais previsível — a rota se adapta à urgência real do dia, não ao plano original.
- Decisão de despacho vira critério explícito, auditável — sai da cabeça de quem monta a escala.
Condição de sustentação — o modelo só é tão bom quanto a agenda e a localização que o alimentam. Sem atualização de status em campo em tempo real, a otimização perde acurácia e volta a virar sugestão, não decisão.
AUTOSSERVIÇO TÉCNICO · ASSISTENTE CORPORATIVO SOBERANO
C4
O comercial parou de esperar fila da engenharia.
O cliente é uma empresa desenvolvedora de software cujo time comercial dependia da área técnica pra responder pergunta de especificação, viabilidade e detalhe de produto durante proposta e pré-venda — cada acionamento virava fila, atrasava ciclo de venda e tirava a engenharia da entrega. Montamos um Assistente Corporativo Soberano: modelo rodando na infraestrutura do cliente com camada de RAG sobre a documentação técnica e de produto. O comercial consulta direto e resolve sozinho a maioria das perguntas.
- Driver de negócio
- Pergunta recorrente de produto travando proposta e RFP na fila da engenharia. Ciclo de venda mais lento, e tempo de engenharia — que deveria estar entregando — consumido respondendo o que já estava documentado.
- Enablers usados
- LLM local na infra do cliente (E6) + RAG sobre a documentação técnica e de produto (E1) — resposta fundamentada e com fonte, sem dado de produto saindo de casa e sem custo de token de mercado por consulta.
- Indicador de Valor
- Nº de acionamentos à área técnica por mês · tempo de resposta em proposta/RFP · % de perguntas resolvidas sem escalonamento.
- Referência de mercado
- Assistentes com IA generativa sobre base bem curada resolvem tipicamente 40–60% das perguntas sem escalonamento — chegando a 55–70% de resolução real com escopo e verificação⁵ — e a resposta ancorada em fonte reduz alucinação em 40% ou mais¹.
- Benefícios Alcançados
- Menos dependência da área técnica — o comercial resolve sozinho a pergunta recorrente.
- Ciclo de venda mais rápido — resposta não espera fila de engenharia.
- Engenharia de volta à entrega — menos interrupção pra responder o que já está documentado.
- Custo marginal quase zero por consulta — e dado de produto que não sai da empresa.
Condição de sustentação — o assistente só reduz dependência se a documentação estiver atualizada — spec velha vira resposta errada pro cliente final. E o comercial precisa reconhecer o caso complexo que ainda exige escalar, não confiar cegamente em tudo.
PRODUTO DIGITAL · SAAS VERTICAL EM PRODUÇÃO
C5
Uma planilha de precificação virou produto em produção.
Nem todo caso é IA — este é engenharia de produto ponta a ponta. Uma operação de impressão 3D precificava na planilha, e a planilha escondia o custo real: plástico, energia, depreciação da impressora, manutenção, taxa de falha, acabamento, taxa de plataforma, imposto, marketing. Transformamos a planilha num sistema web completo — produtos, impressoras, filamentos, insumos, plataformas de venda e cálculo de preço — hoje em produção, com frontend e backend separados, banco dedicado e deploy próprio.
- Engenharia de produto ponta a ponta — do desenho ao deploy
- Driver de negócio
- Precificação em planilha com custo real invisível. Preço errado pra baixo corrói margem em silêncio; pra cima, perde venda — e sem sistema, impossível operar como serviço e escalar.
- Solução
- SaaS vertical completo: cadastro de produtos, impressoras, filamentos e insumos; regras de taxa por plataforma de venda (marketplace, Pix, cartão); cálculo de preço com o custo total — incluindo depreciação, falha e imposto — num produto web em produção.
- Indicador de Valor
- Tempo pra precificar um item novo · margem real visível por produto e por plataforma · operação rodando em produção.
- Benefícios Alcançados
- Preço com custo total — depreciação, falha, taxa e imposto param de ser invisíveis.
- Margem visível por plataforma — o mesmo produto tem preço certo em cada canal.
- De planilha pessoal a produto — o conhecimento de precificação virou sistema.
- Em produção de verdade — deploy real, não protótipo de demonstração.
Condição de sustentação — SaaS em produção é operação contínua: deploy, backup, monitoramento e evolução. É produto, não projeto — e exige compromisso de operação depois do go-live.
Produto em produção»stack web completa com deploy próprio»Case de produto · demonstração sob agenda
BRANDING · IDENTIDADE VISUAL EMBARCADA NO PROCESSO
C6
A marca não é retrabalhada a cada peça. Ela já nasce aplicada.
Este case é a RevDo. sobre a própria RevDo. Site, cartão, apresentação, esta própria página — tudo nasce dentro de um ambiente onde a identidade visual já está embarcada no processo de criação, não recriada peça por peça. Paleta, tipografia e componentes vivem como um sistema reutilizável: qualquer material novo herda a marca automaticamente, em vez de depender de alguém redesenhar do zero.
- Driver de negócio
- Conteúdo cliente-facing costuma sofrer com identidade inconsistente entre peças e times — cada arquivo é uma reinterpretação da marca, com retrabalho manual pra alinhar cor, fonte e componente.
- Enablers usados
- Sistema de marca embarcado no processo de geração de conteúdo como skills e instruções (E4) — paleta, tipografia e componentes definidos uma vez e herdados automaticamente por qualquer material novo, do site ao cartão.
- Indicador de Valor
- Consistência de identidade entre materiais · tempo de produção de conteúdo novo · retrabalho de ajuste manual de marca.
- Benefícios Alcançados
- Identidade persistente em qualquer material — sem esforço manual de recriação.
- Produção mais ágil — menos tempo formatando, mais tempo no conteúdo em si.
- Qualidade percebida maior — cada ponto de contato reforça a marca em vez de diluí-la.
- Padrão não depende de uma pessoa — a identidade vive no sistema.
Condição de sustentação — o sistema de marca precisa ser atualizado num lugar só quando a identidade evoluir. Se o guia mudar e não for propagado, os materiais voltam a divergir aos poucos.
Este mesmo site»gerado com o sistema de marca RevDo. · zero retrabalho manual de identidade»Case interno · RevDo. sobre a RevDo.
CELERIDADE · GO-LIVE ACELERADO DE PROJETOS DE SOFTWARE
C7
Três meses de projeto. Entregamos em três semanas.
Um cliente da RevDo. precisava desenvolver e entregar, pro próprio cliente final dele, uma solução de software com ciclo tradicional de três meses — do desenho à primeira versão em produção. O prazo não era nosso, nem só do nosso cliente: era compromisso já assumido com o cliente dele. Rodamos o projeto em cima da plataforma madura dos enablers da RevDo. e conduzimos o desenvolvimento em sprints curtos, com entrega parcial validada a cada ciclo. O mesmo escopo que levaria um trimestre foi ao ar em três semanas.
- Driver de negócio
- Compromisso de entrega já assumido com o cliente final — atrasar comprometia a relação, não só o cronograma. O ciclo tradicional de três meses não cabia no prazo.
- Enablers usados
- Todos — e é esse o ponto. Sprints curtos com validação incremental, rodando sobre integração (E2), aquisição de dado (E3), automações (E4), orquestração (E5), conhecimento (E1), modelo local (E6) e otimização (E7) já prontos — sem gastar tempo de projeto remontando fundação do zero.
- Indicador de Valor
- Tempo de desenvolvimento (de 3 meses para 3 semanas) · nº de sprints até o go-live · % do escopo validado a cada entrega.
- Benefícios Alcançados
- De três meses para três semanas — mesmo escopo, quatro vezes mais rápido.
- Cliente cumpriu o prazo assumido com o cliente final dele — sem renegociar compromisso.
- Resultado visível a cada sprint, não só no fim do projeto.
- Menos risco de rota errada — cada entrega validou a direção antes da próxima.
Condição de sustentação — essa celeridade não nasce do zero a cada projeto: ela existe porque os enablers já estavam maduros e testados antes desse projeto começar. Sem a base pronta, o mesmo prazo não se sustenta — e sprint agressivo vira pressão sem entrega.
De 3 meses para 3 semanas de desenvolvimento»4x mais rápido»Estudo de caso · Cliente confidencial